segunda-feira, 24 de maio de 2010

Exactly whom I'm supposed to be? ;D

Essa é a questão do dia: "exactly whom I'm supposed to be?". E não é um bom questionamento? Quer dizer, todos os dias nos deparamos com coisas, pessoas, situações, sentimentos e pressentimentos, ainda com sonhos e expectativas, que saber quem exatamente somos é uma pergunta um tanto deixada de lado. Às vezes me espanta como as coisas mudam rápido e eu até me pergunto, será que não sou eu quem fui ficando pra trás? Porque será que as pessoas não dão importância para quem realmente são? Porque ignoram de tal forma suas raízes, suas origens, seus antepassados (e, a propósito, isso fica claro se você falar dois ou três fatos históricos que remetam a uma aula propriamente de História da escola)?

terça-feira, 18 de maio de 2010

Perguntas e Respostas

Status: 15% de HP.

E eu sempre penso comigo mesma: I don't care, I don't care, I don't care... E sempre digo e repito pra mim mesma: "só porque as pessoas não me amam/gostam como eu quero, não significa que elas não me amam/gostam o máximo que podem" (sintetizado de um texto de Shakespeare, casualmente correspondente ao que está logo abaixo, no rodapé do blog). Às vezes é simplesmente difícil acreditar em mim mesma, na minha capacidade, nos meus sonhos; às vezes é simplesmente difícil continuar vivendo.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Dos Direitos e Garantias Fundamentais

Mais um texto da série "Ah, se todos os brasileiros tivessem ciência disto"... Não sei vocês, mas eu ainda acho que o meu país tem jeito. Deliciem-se com este verdadeiro tratado de cidadania... E cobrem estes Direitos e Garantias que, afinal de contas, são Fundamentais.


Dos Direitos e Garantias Fundamentais
CAPÍTULO I
DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS

Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Dos Princípios Fundamentais

Uma pequena pausa no que havia sendo publicado até então. Permito-me o comentário de que meu projeto anterior está se mostrando relativamente falho, frente aos objetivos por mim arquitetados antes de seu princípio propriamente. Obviamente eu não desisti, apenas adiei tal empreitada consideravelmente errônea...
Pois bem, perante tal post, devo dizer que estava eu pesquisando a Constituição Federal de 1988 (vigente em nossa Nação), e decidi colocar, para os registros apenas, os Princípios Fundamentais. Penso que se todo cidadão tivesse ciência disto, talvez tivéssemos um Brasil melhor. Sim, eu tenho esperanças de que um dia a situação mude, mas devemos começar do começo. Nada melhor que um dia após o outro; e deve-se levar em consideração que uma longa caminhada inicia-se com um pequeno e tímido passo.


TÍTULO I
Dos Princípios Fundamentais

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Responder somente com trechos de musicas.

Querido Amaral! Primeiro de tudo, agradeço pela oportunidade de responder a essa questão. ^^ Eu dei uma olhada bem por cima dela no teu FormSpring, mas não tinha reparado que se tratava de responder às questões com trechos de música! :B

terça-feira, 20 de abril de 2010

Capítulo XIV - Sintonia

Como havia comentado, o quarto tinha bastante espaço. Das quatro paredes, uma de um tom escuro de azul, enquanto as outras três sustentavam a mesma brancura do teto. Alguns móveis guarneciam o ambiente: a escrivaninha marfim de Andrew, adornada com toda a sorte de livros e CDs e DVDs e miniaturas de personagens antigos; sua cama; um sofá de dois lugares, que permanecia eternamente cheia de seus pertences; dois puffs da mesma cor que a parede azul; uma guitarra preta, esquecida sem uso num dos cantos do recinto; um hack que sustentava uma televisão e, embaixo, um videogame; além de outras coisas que eu não dava muita importância.

Capítulo XIII - Atitude

Depois da refeição, nos dirigimos ao seu quarto. Andrew sentou-se na cadeira de sua escrivaninha e, como de costume, ligou seu computador. Eu, cansada, atirei-me em sua cama, também como era costume. Conversávamos sobre uma notícia que ele lera em um site quando ocorreu o silêncio. Fitou-me profundamente, suspirou - e uma grande reticência ficou no ar -, mexeu nos cabelos, ajustou a gola da camisa.